25 May

Diário de Luíza: 05 – A Cura da Sexualidade

Este é o relato de Luíza compartilhando as mudanças que a terapêutica tântrica promoveu em sua vida sexual. Luíza nunca tinha experimentado um orgasmo com um parceiro sexual antes!

Para ler seu relato anterior, acesse: Terapia do Orgasmo


Até hoje fiz três sessões de massagem, e coincidentemente, tive o terceiro encontro com um parceiro que tenho me relacionado. Tudo tem sido novo, a forma de abraçar, a forma de olhá-lo, de elogiar, de falar a verdade.

Senti um desprendimento total para dizer, neste terceiro encontro, que eu desejava fazer sexo com ele, sem falsa moral, sem joguinhos…

O encontro foi maravilhoso. Eu percebia, já no primeiro abraço, que estava entregue. A facilidade com que o tesão passava pelo meu corpo era nítido. Fui capaz de sentir a energia sexual nas pernas, como se elas quase pudessem dar choque, o corpo todo aceso!

O prazer veio fácil com a primeira penetração, que antes era angustiante. Senti naquele momento a grande diferença de ser livre para o sexo, livre para me jogar para aquele homem e permitir ser eu e ser ele ao mesmo tempo…. a liberdade de colocar nas mãos dele todo o meu ser por alguns instantes.

E conforme ocorria a troca, comecei a ter sensações iguais as dá sessão de massagem, e me lembrei do que havia aprendido… que eu deveria a cada segundo buscar e permitir o prazer a partir de mim mesma, e não esperar que viesse do parceiro.

E assim comecei a ser mais ativa. Conforme eu ia “cavando” o prazer nele, mais ele ficava empolgado. Foi quando a primeira onda de orgasmo veio e eu gritei, gritei, gritei….. e rápido veio a escuridão total, eu não estava em lugar algum.

Foi a primeira vez que tive um orgasmo com um parceiro.

Conforme eu ia voltando e ele ainda seguia com a penetração, ainda sentia muito prazer. Então paramos para um banho e eu ainda sentia pequenas ondas de prazer. Acredito que seria possível até mesmo ter mais uma onda de orgasmo ali em pé sem sequer ele me tocar, tamanha era a minha sensibilidade.

Depois de um breve descanso, ele me fez sexo oral, e a qualidade do prazer foi absolutamente incomparável com o que eu sentia antes das sessões. Antes, eu ficava parada esperando o prazer “aparecer” como uma mágica, e nunca apareceu, mas desta vez eu não quis nem saber, comecei a movimentar o quadril e pegar o prazer para mim, foi uma confiança total de querer e merecer.

E novamente os gritos vieram, mais uma onda de orgasmo que facilmente consegui sustentar o quanto eu quis. Foi a primeira vez que eu senti prazer com sexo oral, antes eu não sentia nada, só frustração, culpa por não sentir e me perguntava o que eu vou dizer para ele?!

Após um descanso seguimos com mais um momento de penetração, e mesmo já cansada, com os músculos acabados, meu desejo ainda era grande. Transamos com muita intensidade, a minha entrega foi ainda maior eu me sentia completamente misturada e me parece que quanto mais eu me entregava mais ele se entregava. Eu fiz sexo com o corpo inteiro e o amei por inteiro sem reservas, sem vergonha, sem pensamentos, sem obstáculos, completamente livre!

Comentei com ele sobre as massagens, e disse que ele havia sido o primeiro homem com quem eu tive um orgasmo. Falar a minha verdade para este homem fez parte de toda essa libertação. Passar por cima do ego, e deixar ele saber que aos 30 anos, só com ele eu fui sentir tudo isso. Deixar ele saber como era antes, que eu fui capaz de fingir prazer para os outros parceiros foi uma grande abertura, um grande treinamento de honestidade com o sexo oposto. Algo que, no passado, eu era incapaz de fazer.

No final da noite ele mencionou diversas vezes o quanto tinha sido bom, o quanto ele tinha gostado. Nós agradecemos um ao outro mais de uma vez. Nosso carinho após o sexo foi verdadeiro, com beijos e abraços, até as últimas palavras que trocamos quando ele me ligou avisando que havia chegado bem.

Para mim, os dias seguintes, foram de muita amorosidade com as pessoas a minha volta! Amor!

Luíza


Comentário do Terapeuta: Este foi um dos pontos altos do acompanhamento terapêutico de Luíza. Ela finalmente conseguiu levar para sua vida pessoal, os ganhos que havia experimentado na massagem.

Muitos homens e mulheres temem ficar “viciados” na massagem. Temem que ela seja tão eficiente que o sexo perca o sentido, ou temem que seus parceiros, após experimentarem a vivência, deixem de desejá-los.

É importante explicar que a terapêutica tântrica é um processo de desenvolvimento, e não um substituto ou um concorrente da vida sexual e pessoal.

Claro, a terapêutica é orgástica, é prazerosa, mas seu principal objetivo não é simplesmente proporcionar prazer… Ela é um desenvolvimento neuromuscular e neurofisiológico da sexualidade.

As técnicas e manobras do Método Deva Nishok foram desenvolvidas para tonificar a musculatura dos órgãos sexuais e para (re)educar o organismo, tornando-o mais eficiente na produção e regulação dos hormônios, construindo uma sexualidade sensorial, de “pele”, muito longe dos fetiches e fantasias perturbadoras.

Esses benefícios acompanham a pessoa em seu dia-a-dia, muito além do ambiente de atendimento, e muito além da própria figura do terapeuta, que é secundária em todo este processo.

Para ler o próximo relato de Luíza, acesse: Os 20 minutos (orgásticos) de Luíza

Sagar

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