22 Jul

Diário de Luíza: 06 – Os 20 minutos (orgásticos) de Luíza

Esse é o relato de Luíza sobre uma de suas sessões avançadas na terapêutica tântrica, compartilhando com os leitores o que é capaz de experimentar uma pessoa que se dedica ao desenvolvimento da própria sexualidade.

Para ler seu relato anterior, acesse: A Cura da Sexualidade


Desta vez, antes de iniciarmos a sessão, o terapeuta me sugeriu que eu “eliminasse” a culpa pelo prazer através da massagem. Imagino que ele tenha percebido isso em mim, pois nas sessões anteriores, sinto que estava faltando mais da minha entrega, principalmente por se tratar de prazer com um terapeuta.

Então… já durante a massagem sensitive eu fiz uma breve meditação pedindo ao meu Eu superior, meu Deus interno, que enviasse para à Luz todas as crenças que estavam em mim e que me travavam para o prazer e todas as crenças negativas que eu tivesse a respeito do meu corpo e dos meus genitais. Eu não queria nem saber quais eram, só queriam que fossem removidas de mim.

A massagem Yoni começou e lembro que logo veio a imagem do meu pai e uma sensação de culpa, como se eu o estivesse decepcionando com aquele momento.

Mas continuei me permitindo e o prazer foi aumentando e o orgasmo chegando e como se um clarão expandisse a minha consciência, eu tive claramente a sensação de não ser filha deste pai, de não ser filha de ninguém, eu era do universo, aquilo tudo de pai e mãe era um cenário temporário, apenas um detalhe muito pequeno.

Quando eu cheguei na plenitude total, senti a verdade sobre o meu espírito, a consciência de estar temporariamente em um corpo humano, a sensação de ver o mundo em crise e essa consciência me deu a sensação de ser livre dessa crise e desse mundo.

Eu senti perfeitamente o que é não pertencer a este mundo, coisa que eu já sabia, mas sentir com plenitude foi fantástico e indescritível!

O melhor foi que eu pude “saborear” essa sensação, por que o orgasmo durou o suficiente para eu sentir tudo isso ao máximo, mais ou menos 20 minutos!! Foi maravilhoso e eu chorei, perdi a voz, chorei de novo… foi libertador!

As sensações do momento do orgasmo são únicas e o máximo que posso fazer é tentar “traduzir” as sensações e colocar em palavras, pois tudo o que ocorreu no ápice deste orgasmo catártico foi expansão de consciência onde não existem palavras nem pensamentos, só sentir a verdade absoluta penetrando em mim.

A massagem continuou e eu me sentia cada vez mais entregue, o pedacinho que antes faltava para eu me entregar, sinto que entreguei. E o prazer foi tão intenso que em algum momento eu fiquei com medo de sentir, e cheguei a fugir. Já não conseguia ficar deitada, meu corpo se curvava para frente automaticamente. Dessa vez foi puro prazer, sem interferência do Ego. Foi delicioso!

Luíza


Comentário do Terapeuta: É comum observamos na terapêutica tântrica espaços hiper-orgásticos, que não apenas duram mais tempo, como são mais intensos que os orgasmos convencionais.

Um hiper-orgasmo tem duas características principais: a primeira é que ele toma conta de todo o corpo, e a segunda, é que ele pode se expandir por vários minutos. Até mesmo dezenas de minutos.

É um estado de extrema riqueza sensorial, onde todas as células do corpo vibram e pulsam no ritmo da vida, é algo tão forte, tão intenso e arrebatador, que aproxima as pessoas dos seus conceitos de sagrado, reconectando-as com a sua verdadeira essência.

Nós crescemos vítimas de uma educação perniciosa, dissociativa. Aprendemos que o prazer sexual é sujo, e que seu único aspecto Sagrado, ou aceitável, é a via da reprodução. Para quem vive uma experiência hiper-orgástica, essa noção reducionista do papel da energia sexual na vida humana cai por terra, na prática.

Luíza encontrou, no desenvolvimento da sua experiência orgástica, o poder pessoal necessário para desprogramar seus bloqueios, muitos dos quais ela tentava trabalhar em outras terapias há anos.

Os leitores podem se perguntar se o mérito é do Terapeuta… Eu sempre digo o oposto, o mérito é de quem recebe. Luíza conseguiu abrir mão da culpa programada por sua educação repressora, foi ela mesma quem abriu a porta para se permitir viver esta experiência: 20 minutos de Orgasmo.

Para alguns pode parecer mentira, para outros pode parecer utópico. Para Luíza, foram 20 minutos vividos na pele.

Para ser avisado quando Luíza escrever seu próximo relato, e acompanhar sua jornada de desenvolvimento, assine o nosso blog!

Sagar

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25 May

Diário de Luíza: 05 – A Cura da Sexualidade

Este é o relato de Luíza compartilhando as mudanças que a terapêutica tântrica promoveu em sua vida sexual. Luíza nunca tinha experimentado um orgasmo com um parceiro sexual antes!

Para ler seu relato anterior, acesse: Terapia do Orgasmo


Até hoje fiz três sessões de massagem, e coincidentemente, tive o terceiro encontro com um parceiro que tenho me relacionado. Tudo tem sido novo, a forma de abraçar, a forma de olhá-lo, de elogiar, de falar a verdade.

Senti um desprendimento total para dizer, neste terceiro encontro, que eu desejava fazer sexo com ele, sem falsa moral, sem joguinhos…

O encontro foi maravilhoso. Eu percebia, já no primeiro abraço, que estava entregue. A facilidade com que o tesão passava pelo meu corpo era nítido. Fui capaz de sentir a energia sexual nas pernas, como se elas quase pudessem dar choque, o corpo todo aceso!

O prazer veio fácil com a primeira penetração, que antes era angustiante. Senti naquele momento a grande diferença de ser livre para o sexo, livre para me jogar para aquele homem e permitir ser eu e ser ele ao mesmo tempo…. a liberdade de colocar nas mãos dele todo o meu ser por alguns instantes.

E conforme ocorria a troca, comecei a ter sensações iguais as dá sessão de massagem, e me lembrei do que havia aprendido… que eu deveria a cada segundo buscar e permitir o prazer a partir de mim mesma, e não esperar que viesse do parceiro.

E assim comecei a ser mais ativa. Conforme eu ia “cavando” o prazer nele, mais ele ficava empolgado. Foi quando a primeira onda de orgasmo veio e eu gritei, gritei, gritei….. e rápido veio a escuridão total, eu não estava em lugar algum.

Foi a primeira vez que tive um orgasmo com um parceiro.

Conforme eu ia voltando e ele ainda seguia com a penetração, ainda sentia muito prazer. Então paramos para um banho e eu ainda sentia pequenas ondas de prazer. Acredito que seria possível até mesmo ter mais uma onda de orgasmo ali em pé sem sequer ele me tocar, tamanha era a minha sensibilidade.

Depois de um breve descanso, ele me fez sexo oral, e a qualidade do prazer foi absolutamente incomparável com o que eu sentia antes das sessões. Antes, eu ficava parada esperando o prazer “aparecer” como uma mágica, e nunca apareceu, mas desta vez eu não quis nem saber, comecei a movimentar o quadril e pegar o prazer para mim, foi uma confiança total de querer e merecer.

E novamente os gritos vieram, mais uma onda de orgasmo que facilmente consegui sustentar o quanto eu quis. Foi a primeira vez que eu senti prazer com sexo oral, antes eu não sentia nada, só frustração, culpa por não sentir e me perguntava o que eu vou dizer para ele?!

Após um descanso seguimos com mais um momento de penetração, e mesmo já cansada, com os músculos acabados, meu desejo ainda era grande. Transamos com muita intensidade, a minha entrega foi ainda maior eu me sentia completamente misturada e me parece que quanto mais eu me entregava mais ele se entregava. Eu fiz sexo com o corpo inteiro e o amei por inteiro sem reservas, sem vergonha, sem pensamentos, sem obstáculos, completamente livre!

Comentei com ele sobre as massagens, e disse que ele havia sido o primeiro homem com quem eu tive um orgasmo. Falar a minha verdade para este homem fez parte de toda essa libertação. Passar por cima do ego, e deixar ele saber que aos 30 anos, só com ele eu fui sentir tudo isso. Deixar ele saber como era antes, que eu fui capaz de fingir prazer para os outros parceiros foi uma grande abertura, um grande treinamento de honestidade com o sexo oposto. Algo que, no passado, eu era incapaz de fazer.

No final da noite ele mencionou diversas vezes o quanto tinha sido bom, o quanto ele tinha gostado. Nós agradecemos um ao outro mais de uma vez. Nosso carinho após o sexo foi verdadeiro, com beijos e abraços, até as últimas palavras que trocamos quando ele me ligou avisando que havia chegado bem.

Para mim, os dias seguintes, foram de muita amorosidade com as pessoas a minha volta! Amor!

Luíza


Comentário do Terapeuta: Este foi um dos pontos altos do acompanhamento terapêutico de Luíza. Ela finalmente conseguiu levar para sua vida pessoal, os ganhos que havia experimentado na massagem.

Muitos homens e mulheres temem ficar “viciados” na massagem. Temem que ela seja tão eficiente que o sexo perca o sentido, ou temem que seus parceiros, após experimentarem a vivência, deixem de desejá-los.

É importante explicar que a terapêutica tântrica é um processo de desenvolvimento, e não um substituto ou um concorrente da vida sexual e pessoal.

Claro, a terapêutica é orgástica, é prazerosa, mas seu principal objetivo não é simplesmente proporcionar prazer… Ela é um desenvolvimento neuromuscular e neurofisiológico da sexualidade.

As técnicas e manobras do Método Deva Nishok foram desenvolvidas para tonificar a musculatura dos órgãos sexuais e para (re)educar o organismo, tornando-o mais eficiente na produção e regulação dos hormônios, construindo uma sexualidade sensorial, de “pele”, muito longe dos fetiches e fantasias perturbadoras.

Esses benefícios acompanham a pessoa em seu dia-a-dia, muito além do ambiente de atendimento, e muito além da própria figura do terapeuta, que é secundária em todo este processo.

Para ler o próximo relato de Luíza, acesse: Os 20 minutos (orgásticos) de Luíza

Sagar

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03 Feb

Diário de Luíza: 04 – A Terapia do Orgasmo

Este é um relato de Luíza, compartilhando seu histórico de tentativas em muitas terapias diferentes, e o diferencial que encontrou na abordagem Tântrica. Para ler seu relato anterior, acesse: Libertação Pelo Prazer


Hoje as coisas parecem fazer mais sentido para mim, quando os grandes sábios, mestres e pensadores falam tanto sobre “ A Felicidade está dentro de nós”. Isso sempre me soou como algo tão abstrato, eu poderia dizer que essa frase era mais um “cala boca” que quisesse dizer, ei acorda! o que você tá procurando não existe. Pois é, eu ficava “p” da vida quando precisava de uma resposta e vinha essa.

Há exatamente 5 anos atrás eu passava por uma crise amorosa. Lembro que sentei no chão do meu quarto e chorei tanto, mas tanto, por causa de um homem, que eu chamei meu Guia espiritual ou Anjo da Guarda. Não o vejo, mas sei que está quando eu chamo, e pedi eu ajuda, do tipo ou dá ou desce, eu não ia aceitar ficar sem ajuda, não dava mais. Eu estava quase obrigando ele a me dar uma resposta.

Foi então que, me acalmando aos poucos para tentar “ouví-lo”, e bem mais calma, veio uma frase: a resposta está dentro de você! Brincadeira, quem disse que eu queria ouvir aquilo?? Não acreditei, tanto sofrimento para receber esta resposta? Eu respirei, e aceitei. No fundo eu sabia que ele não ia me dar nem uma fórmula resolvida, não ia me levar à felicidade, não ia me dar nada de mão beijada. Então não me restou nada, eu tive que levantar e continuar.

Os anos se passaram e não foram nada fáceis, com desafios ainda maiores… passei em todos esses 5 anos por terapias alternativas e muito trabalho de autoconhecimento, me revirando de dentro pra fora e de fora pra dentro, percebendo muitas crenças que me limitavam, medos e condicionamentos sociais, culturais e familiares que formaram parte significativa da minha personalidade. Fui descobrindo e soltando muitas coisas que não me serviam para estar bem comigo e com os outros. Foi ótimo, mas minha vida ainda sentia o grande anseio pela felicidade que as terapias só conseguiram em parte me aproximar, mas não alcançar.

Aos 30 anos, eu conheci o trabalho do Centro Metamorfose, fiz as Massagens Yoni, e pela primeira vez, senti o verdadeiro orgasmo! Nada comparado as sensações que tinha nas relações sexuais que havia tido. Senti prazer absoluto, senti alegria plena, senti amor, amor por mim mesma, vazio de tudo, e preenchimento total. Sentimentos e sensações, que em certo nível, se mantiveram em mim nos dias posteriores.

O terapeuta Sagar, que me facilitou esta experiência maravilhosa, explicou que o orgasmo provocado na massagem libera na corrente sanguínea muitos hormônios reguladores de prazer, felicidade, bem estar, afeto, e saúde como a endorfina, a serotonina e a ocitocina.

Opa!! Não acredito!! Entendi! A ficha caiu! Putz, é isso!! Os hormônios!! Eu posso ativa-los através da máxima movimentação de energia sexual/vital que é o Orgasmo!! Caramba, a Felicidade está realmente dentro de nós!

Luíza


Para continuar acompanhando o desenvolvimento de Luíza, leia seu próximo relato: A Cura da Sexualidade/a>

Sagar

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28 Jan

Diário de Luíza: 03 – Libertação pelo Prazer

Este é o relato da segunda sessão de massagem de Luíza, após ter tido seu primeiro contato com a Terapêutica Tântrica e ter vivido seu primeiro orgasmo de verdade. Se ainda não leu, confira também seu relato anterior: Primeiros Passos no Sexo


Na segunda sessão já estava um pouco mais à vontade, mas mesmo assim, várias vezes me perguntava: “O que é que estou fazendo aqui? Eu devo estar doida, eu devo ser a única pessoa da Terra à fazer uma coisa dessas”. Então quando já estava lá para começar a sessão, pensei, já estou aqui eu vou em frente, vou me dar essa oportunidade.

Quando a sessão começou fiquei mais à vontade com a questão de ficar despida. Às vezes me sinto como no consultório do meu ginecologista. Entendi que seria mais fácil enxergar meu terapeuta como sendo uma pessoa instrumento da minha descoberta, ou como um médico. Aí é se jogar na experiência e assumir tudo o que vier.

Quando a massagem começou foi um pouco como a primeira porém menos intensa, com o EGO pressionando e me colocando no estado de medo. Eu fui aos poucos aceitando e buscando tirar os pensamentos da mente e relaxar.

Mesmo com a Massagem Yoni que é maravilhosa, é impressionante como meu corpo e mente evitavam o prazer. Aos poucos o prazer foi aumentando tanto que o corpo e a mente não tiveram mais forças e o prazer tomou conta de mim! Um momento que durou talvez 1 hora, não sei bem, o tempo passa a não ter importância alguma, é como se ele não existisse.

Foram vários picos de prazer, o corpo perde o controle, é incrível! Gritei como se tudo que não servisse mais em mim fosse sair pela minha garganta. Uma sensação muito intensa de esvaziar… Logo mais uma onda de prazer me tomou conta e eu estava completamente feliz, comecei a rir, a rir tanto que gargalhei sem parar, o orgasmo se tornou a coisa mais divertida que eu poderia experimentar, tenho certeza que nunca gargalhei tanto por tanto tempo como naquele momento.

Eu jamais poderia imaginar que durante um orgasmo eu poderia vivenciar um estado pleno de alegria. Eu por um instante me senti rindo de TUDO, do MUNDO!!! Foi maravilhoso, libertador!!!

Após as primeiras ondas de orgasmo que senti, o terapeuta me pediu que eu deixasse a energia subir bem devagarinho, segurando e sentindo o orgasmo o máximo que eu pudesse. De imediato não entendi, mas fui tentando alguma coisa que pudesse fazer sentido. Então não deixei que o orgasmo explodisse apressadamente e mantive o foco nas sensações. No início parece que não vai dar para controlar, mas depois percebi que é algo como só querer, não precisa fazer muito. E fui acumulando a energia até que o meu corpo explodiu, e veio mais uma onda de prazer absoluto!

Eu fiquei impressionada com todas as informações novas, primeiro eu havia me tornado uma mulher multiorgástica, sendo que há um mês atrás eu jamais havia experimentado um orgasmo com algum parceiro e os orgasmos que havia experimentado na masturbação eram mínimos. Depois entender que a energia flui através do meu corpo durante o prazer, e que eu posso controlar essa energia, acumulando e sentindo muito prazer na vagina e clitóris ou deixando ela subir e explodir em um orgasmo. E que um orgasmo é sempre inusitado, não se pode prever para onde ele vai te levar e como seu corpo vai reagir.

Quando e como eu iria saber disso tudo?!

Depois da sessão a sensação de amorosidade me deixa tranquila, feliz e em paz. É bom demais! Me sinto mais amorosa com as pessoas a minha volta.

Luíza


Para continuar acompanhando o desenvolvimento de Luíza, leia seu próximo relato: Terapia do Orgasmo/a>

Sagar

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13 Dec

Diário de Luíza: 02 – Primeiros Passos no Sexo

Este é o relato da primeira relação sexual de Luiza após descobrir o orgasmo na Massagem Tântrica. Para saber como foi essa descoberta leia seu relato anterior: Meu Primeiro Orgasmo.


Hoje encontrei com um homem que conheço há anos. Já a um bom tempo que tenho um certo interesse por ele, mas como ele nunca tentou nada e nós tínhamos uma relação, digamos, profissional, eu nunca ousei me insinuar claramente.

Nas últimas vezes que nos encontramos meu interesse aumentou, nossas conversas se tornaram mais íntimas, e eu passei a desejá-lo com muito carinho.

Faz dois dias desde que fiz a Massagem Yoni, que me proporcionou meu primeiro Orgasmo de verdade. Hoje, ao encontrá-lo, ele não me deixou ir embora sem darmos nosso primeiro beijo!!

Por causa do resultado da massagem, confesso que fiquei com expectativas sobre sentir aquilo tudo que senti na sessão. Fiquei tensa e tive medo. Mas encarei e transamos. Foi bom, mas foi estranho. Ainda fiquei no controle. Sei que minha expectativa era de vivenciar o paraíso com ele. Mas não foi assim. E eu fiquei me observando o tempo todo e em pouquíssimos momentos consegui me entregar.

Durante a massagem Massagem Yoni a guerra interna que vivenciei em mim foi o Ego Repressor versus o Ego Saudável que queria a libertação. Hoje a disputa foi o Ego Controlador, querendo comprovar o quanto eu já estava livre e curada versus o Ego Saudável. Na sessão o Ego Saudável venceu, mas hoje não.

Entendo que meu corpo e meu sistema estão se readaptando à estas novas informações corporais. Então é deixar a vida acontecer e que venha naturalmente. Mas numa coisa eu acredito: Que não houve coincidência no fato de vivenciar a Massagem Yoni e imediatamente em seguida, receber os beijos que eu queria! Seria a minha vida voltando a fluir?!

Luíza


Comentário do Terapeuta: É muito comum, após a primeira sessão de massagem, criar-se a expectativa de viver as mesmas sensações experimentadas no atendimento dentro das relações sexuais, o que nem sempre acontece de imediato. Os motivos podem ser vários, mas o principal deles é que as massagens são um processo de desenvolvimento, e os seus efeitos e benefícios se acumulam no decorrer das sessões.

Passadas algumas semanas (e alguns atendimentos) Luíza finalmente encontrou na relação com este mesmo homem todo o seu potencial orgástico, com as mesmas ondas de prazer, e o mesmo espaço de plenitude que descobriu inicialmente em seus atendimentos. Ela conseguiu percorrer todo o caminho desde a Anorgasmia total até a experiência de Múltiplos Orgasmos no sexo com seu parceiro.

Para saber como Luíza chegou até lá acompanhe seus relatos, começando pelo próximo: Libertação pelo Prazer.

Sagar

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10 Dec

Diário de Luíza: 01 – Meu Primeiro Orgasmo

Há tempos eu sentia como se alguma coisa bloqueasse a minha vida e meus caminhos. Já tinha feito vários tipos de terapia e nada.

Como havia lido a respeito da importância da energia sexual para equilibrar outros setores da vida, me veio com clareza que eu estava bloqueada sexualmente e precisava resolver na prática para que a energia do meu corpo pudesse fluir e assim refletir à minha volta.

Mas com que homem eu poderia me relacionar que estaria preparado para me ajudar com isso? Tinha que ser com alguém preparado e que entendesse o que eu estava passando.

Certo dia, como se eu tivesse atraído sem intenção consciente acessei o site do Centro Metamorfose e quando vi as fotos da Massagem Tântrica, achei um absurdo! Como pode? Massagem “lá” para ajudar a pessoa alcançar o orgasmo?? Fiquei chocada e sem coragem de seguir adiante no site. Mas criei coragem e continuei lendo. Percebi pessoas felizes com uma energia leve e boa. Então conforme eu avançava no site, alguns tabus foram se dissolvendo e passados alguns meses eu consegui ligar para marcar uma consulta.

Os dias anteriores até a chegada na porta do consultório foram bem fáceis, estava cheia de coragem de experimentar uma possível cura da minha sexualidade que pudesse me permitir viver um relacionamento de mais qualidade.

Mas quando o terapeuta Sagar abriu a porta eu quis correr e ir embora. Fiquei morrendo de vergonha!! Pensei, o que que eu estou fazendo aqui?? Daí em diante se iniciou em mim uma discussão interna que me deixou travada, tímida e totalmente insegura. Cada vez que o Sagar falava comigo eu ia analisando e tentando sentir a cada momento que ele era uma pessoa de confiança. Eu devia parecer um gato com medo de água. E ele realmente me fez sentir amizade e muito respeito em todos os momentos.

Fizemos uma dinâmica para eu sentir confiança nele e tínhamos que olhar olho no olho por um tempo. Foi então que após um tempo eu não conseguia mais olhar nos olhos dele. Eu me senti muito incomodada porém não sabia o que era. Então entendi que eu estava com medo do olhar dele, era ameaçador, como se ele fosse muito mau e fosse me fazer alguma maldade. Pronto entendi tudo, em algum lugar do meu inconsciente a figura masculina tinha se registrado como perverso, mal, como se o homem, o masculino, fosse o mal do mundo.

Comecei a chorar tanto mais tanto e eu fui deixando sair à medida que o Sagar me incentivava, e sabia que com isso eu começaria a esvaziar esse sentimento, esse registro. Eu senti no meu corpo a dor de abuso e violência que eu nem sabia de onde vinha, a dor dos amores perdidos por causa desta medo, o tempo perdido procurando o amor e sem encontrá-lo, a solidão e a distância entre meu pai e eu. Senti todo o efeito que esse registro causou em mim, e não sei por quanto tempo, quantas vidas. Passou… passou… e senti alívio.

O Sagar começou a Massagem Sensitive, que é feita com as pontas dos dedos, e com a pessoa nua. A minha discussão interna recomeçou exatamente como que acontecia muitas vezes nas minhas relações com parceiros. Minha mente tentava me tirar da experiência o tempo todo, fugindo para o passado e futuro, e meu Ego me criticava pela celulite e aparência do corpo.

Conforme a massagem foi intensificando meus músculos ficaram duros, relaxar era impossível. E a discussão interna voltou, uma parte dizia isso é prostituição, você tá que nem vagabunda, pára agora com isso, não deixa ele te encostar, você não tem nada com ele, é feio, é errado…

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E a outra parte começou a dizer: Foda-se! Eu quero! Eu quero sentir mesmo, eu quero, eu quero, o corpo é meu, se eu quiser que seja assim o problema é meu, e cada vez que eu ouvia essa outra voz eu conseguia um “pedaço do prazer”, e por aí foi, até que esse outro eu começou a ganhar cada vez mais força, eu comecei e me libertar das recomendações da sociedade, das palavras de aprisionamento que eu tinha ouvido durante a minha vida toda.

E assim literalmente segui o caminho até o meu primeiro orgasmo de verdade. Sensação indescritível de morrer de tanto prazer! Uma morte segura! Fantástico! Eu nunca havia alcançado o orgasmo com um parceiro.

É claro que na masturbação, após algumas fantasias mentais, era fácil ter algo que chamava de orgasmo. Mas depois que eu conheci a massagem, qualquer coisa anterior não passou de uma pequena amostra que eu diria insignificante. Foi então que entendi o porquê dos relacionamentos frustrados.

A volta para casa foi sorriso de orelha a orelha sem conseguir e sem querer disfarçar. Eu parecia estar no paraíso, apaixonada, grata e curada! Foi como se ali eu tivesse, finalmente, encontrado a chave do cadeado que eu deixei que colocassem na minha vagina, no meu corpo, no meu inconsciente e na minha consciência.

Luíza


Comentários do Terapeuta: É alarmante o número de mulheres que ainda hoje sofre com algum grau de Anorgasmia, enfrentando impossibilidades ou dificuldades para se alcançar um orgasmo pleno e satisfatório. Mesmo entre as mulheres que acreditam conhecer o orgasmo, uma grande parte não o conhece de fato, sendo capazes de experimentar apenas leves espasmodicações pré-orgásticas, que não se desenvolvem em uma experiência completa.

Por incrível que pareça, a maioria destas mulheres nada possui em sua fisiologia ou em sua condição natural que as impeça de experimentar a arrebatadora sensação de uma onda orgástica. Elas realizam exames que dão resultados normais, convivem com um parceiro bonito e atencioso, têm uma vida sexualmente ativa… e ainda assim vivem com o dilema: “Porquê não consigo ter orgasmo?”

Existem várias razões para essa situação absurda que vivemos na sociedade moderna, mas a raiz de todas elas reside na educação repressora, vexatória e irracional que as mulheres encontram no desenvolvimento da sua sexualidade e nos processos de descoberta dos seu próprios corpos. Enquanto em sua infância são proibidas de tocarem e explorarem a si mesmas, na vida adulta encontram parceiros rudes ou desinformados, fruto de uma cultura onde a mulher é objeto e o sexo pornográfico é a norma.

E assim, sem grandes estímulos ou gratificações, desde a infância, até a adolescência, e a vida adulta, os vínculos neuro-funcionais da mulher com seu órgão sexual se enfraquecem… a informação nervosa que deveria ser interpretada pelo cérebro como prazer, passa a ser traduzida em informações de dor, desconforto ou insensibilidade. Os músculos da vagina, especialmente os que envolvem e sustentam o corpo do clitóris, se atrofiam…

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O Método Deva Nishok de Terapêutica Tântrica, longe de ser um ato sexual, romântico ou erótico, é um trabalho sério, profissional, de reeducação sensorial. É capaz de reconstruir e potencializar os vínculos neuro-funcionais entre a mulher e o seu corpo, ressignificando as memórias de uma educação distorcida e abrindo uma nova perspectiva de prazer, saúde, e bem-estar sexual.

Seja para conhecer o primeiro orgasmo, ou para conhecer múltiplos orgasmos… Nunca é tarde para se dar a chance de viver, plenamente, a sua própria sexualidade!

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05 Dec

Diário de Luíza: Biografia

Olá, eu sou a Luíza, solteira, 30 anos, trabalho com hotelaria e tenho uma filha de 5 anos.

Minha história com a sexualidade começou por volta dos 9 anos, quando comecei a me interessar pelos garotos da escola, e depois do meu grupo da rua onde eu morava. Foi nessa época que comecei a ler revistas para garotas e lia muitas coisas sobre como lidar com os garotos e bem superficialmente sobre sexo.

Meus pais jamais abordaram esses assuntos comigo. Meu pai sempre na dele, e só se manifestava em casos bem críticos caso me visse arrasada e chorando muito. Meu irmão mais velho, diferença de 9 anos, me passou muitos “conselhos” negativos sobre os homens. Meu outro irmão e minha irmã sempre se mostraram muito dependentes de uma relação com o sexo oposto, sendo infelizes sozinhos. O relacionamento dos meus pais, sempre foi de dependência, culpando-se um ao outro, falta de tolerância, pouco sexo e momentos de aparente paz. Enfim, eu sou a caçula, e fui crescendo com estes cenários de relacionamentos “mais ou menos”.

Nunca tive nenhuma orientação sexual ou relacional, pelo contrário, como a grande maioria, eu só via exemplos de infelicidade a minha volta. Meu relacionamento mais longo com um parceiro durou 4 anos. Quando comentei com ele que tinha dificuldades em atingir o orgasmo ele disse que ia me ajudar e me fazer gozar, mas depois disso, nunca mais tocou no assunto. E por aí foi, nunca havia tido orgasmo com um parceiro e fui levando isso conformadíssima, achando que estava bom, super normal, era gostosinho mais quando o cara perguntava, e ai gozou? Era sempre a mesma resposta, um não com culpa, ou um sim vazio ou até fingido. Durante 1 ano vivi uma grande paixão e nem assim senti o tal orgasmo. Engravidei do pai do meu filho e nosso relacionamento também não foi deu certo.

Hoje, após alguns anos de trabalhos de auto conhecimento e terapia não consigo culpar nenhum dos parceiros que tive sobre os fracassos. Claro que cada um tem sua parte no fracasso e consigo reconhecer a minha parte.

Depois que meu filho nasceu, meu desejo sexual desapareceu completamente, cheguei a me relacionar mas boicotei. Não tinha a menor vontade de conhecer alguém para namorar, transar, ir ao cinema, jantar e etc. Na verdade o que fiz foi colocar toda a minha libido para o meu filho. Se não fosse a minha vontade de mudar eu jamais teria procurado ajuda.

Foi quando eu acessei o site do Centro Metamorfose e criei coragem para marcar uma consulta. Fiz a massagem Sensitive e Iony, senti meu primeiro orgasmo de verdade, completamente diferente dos que tinha na masturbação. Foi uma sensação superior, espiritual, eu diria que um orgasmo da alma. Fiz mais outras sessões e comecei a entender como minha mente, meu corpo e a minha energia sexual funcionavam no ato sexual. Foram realmente aulas práticas de como receber e sentir prazer. Entendi coisas sobre minha passividade e insegurança no ato sexual que resultava em pouco prazer.

Minha vontade por me relacionar voltou quase que imediatamente. Comecei a me relacionar sexualmente dois dias depois da primeira massagem e logo senti diferença. Me senti mais amorosa e segura, por que passei a me conhecer sexualmente e ter a certeza do meu potencial de prazer que é ilimitado. A minha vontade foi de contar a experiência para todas as pessoas que conheço! Gritar para o mundo!! E eu diria que todas as pessoas deveriam sentir esta grande energia e se darem conta da magnitude do Orgasmo que não tem nada de perigoso ou imoral, mas sim um presente da nossa própria natureza!

Luíza


Esta é a biografia de Luíza, uma das autoras do Meu Querido Orgasmo. Para ler todos os detalhes de sua sessão de Massagem Tântrica confira o primeiro relato de seu diário: Meu Primeiro Orgasmo.

Sagar

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